segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Pangea day

Uma iniciativa muito interessante de reconhecimento de cultura global... alguem têm uma camera para me emprestar

Eco-cotidiano

O apego ao ambiente ancestral como estratégia conservacionista!
Incentivar o antigo, o manual, o lento porém prazeroso pode ser uma estratégia conservacionista com grandes chances de dar certo. Parece realidade que natureza ancestral e a cultura moderna travam uma batalha, que em curto prazo, provavelmente a natureza sairá perdendo, nos deixando como principais prejudicados. A idéia já é antiga (mais ou menos 1930) mas parece que pouco foi colocado em pratica. Os parques naturais são criados em todo mundo, ou com normas restritivas demais ou sem restrição alguma, mas principalmente sem qualquer planejamento de uso. Não defendo aqui uma abertura e exploração total das unidades de conservação, mas apoiaria uma maior divulgação destas e melhor gestão destas, através de um zoneamento correto das áreas, e um intenso trabalho de marketing a fim de inserir indiretamente o homem comum nestas áreas. Esta abordagem tem grandes chances de dar certo, pois temos de forma geral uma inclinação inata a se apegar a estes tipos de ambientes. Nós somos tão inclinados a isto que a todo o momento tentamos recriar este tipo de ambiente ao nosso redor, enchendo a casa de plantas, colocando arvores e fontes d’água em shoppings. A idéia é transformar o eco-turismo em um eco-cotidiano, ampliando a escala deste apego natural, para cultura e natureza tornem-se compatíveis.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Bonsai moderno



Vender não, ConCeder sim!
Esta é a nova estratégia "conservacionista" adotada por alguns países, para evitar a perda de seus recursos naturais e de quebra ainda receber incentivos fiscais de nações mais desenvolvidas. A proposta se refere a 50 milhões de acres (equivalente ao estado do Paraná) de floresta Amazônica a serem concedidos ao governo britânico em troca de recursos financeiros e de um compromisso conservacionista com a floresta, a coroa inglesa ainda não se manifestou a respeito.
A questão deve ser bem discutida pois contrapõe questões de soberania nacional com a quantidade de floresta perdida todos os anos devido a problemas administrativos dos países onde a amazônia esta inserida (somente países subdesenvolvidos).
O Brasil adota práticas menos alarmantes mais ainda sim comerciais na administração de seus recursos naturais, onde através das FLONAS (florestas nacionais) é dada concessão a inicitiva privada para exploração sustentável dos recursos naturais. Mas este modelo de unidade de conservação ainda não funciona bem visto que é mais fácil e rentável explorar madeira ilegalmente no país.
O combustível mental no caso é como administrar recursos naturais de tamanha grandeza?
fica ai este texto de inauguração do blog para ser discutido.